A Câmara e as empresas (2)
Desde então o Concelho passou a dispor de zonas industriais modernas e capazes de acolher empresas. Veja-se o que se passa já nos Pólos 2 (Swedwood), 3 (junto ao Ferrara Plaza) e 6 (em Freamunde, na nova Variante em direcção a Figueiró e Raimonda). Vejam-se as várias empresas que, todos os dias, avançam com a construção de novas fábricas nessas zonas industriais, beneficiando de uma política de acolhimento empresarial pro-activa e eficiente.
Desde 2007 que o Município tem um Regulamento de Incentivos ao Investimento (entretanto reproduzido por várias outras câmaras), ao abrigo do qual já concedeu mais de 600 mil euros em incentivos fiscais às empresas que avançam com novos processos de investimento.
Enquanto o Governo socialista continua a aumentar impostos e a cortar nos benefícios fiscais das empresas e famílias, a Câmara Municipal, nos últimos anos, concedeu os tais incentivos fiscais atrás enumerados e, para além disso, baixou as taxas do IMI e criou uma taxa reduzida de derrama para as PME’s com volume de negócios abaixo dos 150 mil euros.
Enquanto o Governo socialista introduz, de forma cega e injusta, portagens na A42 e A41, Pedro Pinto foi o rosto da contestação e da luta contra essa introdução de portagens, tendo, em conjunto com outros Municípios, apresentado uma acção judicial contra essa medida, acção essa que foi aceite pelo Tribunal e que irá ser julgada.
Enquanto o Governo socialista burocratiza e atrasa os processos de financiamento comunitário (QREN) às empresas, que desesperam para verem as suas candidaturas aprovadas ou para receberem o dinheiro dessas comparticipações, a Câmara desburocratiza e simplificas os processos de licenciamento, instituindo uma autêntica “via verde” no licenciamento da construção das indústrias.
Assim se percebe que está do lado das empresas e quem trabalha, com afinco, por melhorar as condições que são colocadas à disposição dessas empresas.
É certo que a Câmara não tem competências para fazer muito mais. Por muito que queira apoiar ainda mais as empresas, o certo é que é no Ministério da Economia e nos seus organismos que estão depositadas as competências e capacidades para ajudar os empresários. É ao Governo que se deve pedir uma política mais próxima das empresas, mais próxima dos empresários. Mas do Governo, já sabemos, só podemos contar com medidas recessivas, que podem colocar gravemente em causa o futuro das nossas empresas.
Em Paços de Ferreira, os empresários sabem que têm uma Câmara atenta e disponível para ajudar e apoiar em tudo o que está ao seu alcance. Dentro das limitações que a lei lhe impõe, a Câmara muito tem feito para facilitar a vida dos empresários e para criar condições estruturantes de desenvolvimento. Poderá, talvez, fazer ainda algo mais? Talvez. Mas se este Governo socialista assumisse um espírito idêntico ao da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, talvez as coisas andassem melhor.


